12 de agosto de 2017
No barco até o parque
Acordamos cedinho na casa ribeirinha, após uma noite gostosa dormindo em redes com mosquiteiros, já que não pudemos chegar ao Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque no dia anterior. Tomamos café da manhã preparado pelas meninas contratadas pela agência Amapá Ecocamping e com o guia Marcelo seguimos quase 2 horas e meia rio Amapari acima até a entrada do parque. Deixamos com o coração partido a cadelinha que estava abandonada na casa. Agora, recebemos a notícia que ela foi resgatada e está bem.
Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque
Chegamos ao parque as 9 horas da manhã e já desembarcamos tudo. Fomos conhecer a sede (CRV – Centro Rústico de Vivência), local onde passaríamos essa noite. Muito bem construída no meio da mata, com área ao redor para expansão. Na sede há um local para o redário, um local para as refeições e uma cozinha. Também há 3 banheiros tipo ‘casinha’ e na beira do rio uma área para banho.
As meninas foram preparar o almoço e nós seguimos de barco até a Trilha 2: trilha de monitoramento da biodiversidade do parque, mais especificamente das borboletas da região. A trilha é extensa e percorremos apenas uma parte dela. Achei que a floresta Amazônica seria uma mata mais fechada, mas o guia me disse que mais ao norte do parque a floresta fica mais densa. A trilha acaba em um lindo igarapé com águas translúcidas e geladas.
Almoço na sede e igarapé ‘Geladeira’
Voltamos para a sede e as meninas estavam lá nos esperando com um delicioso almoço. Já a tarde seguimos de barco até o igarapé ‘Geladeira’, que possui esse nome devido suas águas geladas. Lá nos banhamos e valeu muito a pena. Pelo caminho vimos um sítio arqueológico nas pedras, local onde antepassados usavam para moer objetos próximo às margens do rio.
Voltando para a sede paramos em uma praia no meio do Rio Amapari e ficamos lá nos banhando em suas água mornas. Esse banco de areia fica mais exposto na baixa das águas.
Corredeiras do Rio Feliz
Passamos de frente a entrada da sede e seguimos pelo Rio Feliz até suas corredeiras. Lá encontramos vestígios de ariranha, que deixou espinhas de peixe e casca de caranguejo jogada sobre as pedras. As corredeiras são fortes e não é possível passar de barco para o outro lado, somente na cheia do rio.
De volta a sede
Voltamos para a sede já no entardecer e pelo caminho pudemos apreciar uma tempestade se formando no céu. Um lindo arco íris nos acompanhou. Presenciamos um final de tarde vermelho alaranjado que fazia tempo que não víamos.
O jantar foi maravilhoso: peixe na brasa! Jantamos e fomos descansar.
Tem vlog desse dia:
Nosso roteiro no Parna Tumucumaque
Dia 1 – Chegando em Serra do Navio e Parna Tumucumaque
Dia 2 – Trilhas e banhos dentro do Parna Tumucumaque – esse post
Estou adorando o relato e aguardando os próximos, pois estou planejando ir ao PARNA Tumucumaque em outubro. de 2017. Parabéns pela postagem e que delícia de viagem!
Que bom.
Continue nos acompanhando.
Bjs
Carla
Muito bom…já tive augumasorte experiências…terapia para alma…energia positiva ao estremo!!!
😉
Volte sempre!
Pessoal, busquei na internet o Centro de Convivências e não encontrei nada! Poderia me ajudar? Obrigada!!!
Desculpe, mas qual Centro de Convivências é esse?
Se você estiver falando do ‘acampamento’ que há dentro do Parque você terá que contratar uma agência de Macapá, que te levará até esse local.
Infelizmente ainda não é possível fazer esse passeio sem ter a ajuda das agências locais.
Espero ter ajudado.
Beijo.
Carla
Carla pode indicar agencias para o passeio?
Sim.
https://www.amapaecocamping.com/
Fomos com eles e gostamos muito.
Beijo
Carla
Boa noite.
Me chamo Eliane e gostaria muito de fazer esta expedição no parque. O que é necessário para estar praticando essa aventura?
Obrigada.
Oi Eliane. Por favor entrar em contato com a agência que cito no início do post. Eles que fazem esse passeio. Nós apenas fomos nesse parque como clientes dessa agencia.